Jesus veio trazer-nos a redenção. É por isso nosso Salvador. Mas só redime aqueles que amam a liberdade e se esforçam por alcançá-la.
Os que se comprazem na servidão das paixões e dos vícios não têm em Jesus um salvador. Continuarão vis escravos até que compreendam a situação ignominiosa em que se encontram, e almejem conquistar a
liberdade.
Jesus não é mestre de ociosos. Jesus não é salvador de impenitentes.
Para ociosos e impenitentes — o aguilhão da dor.
O sangue do Justo foi derramado no cumprimento de um dever a que se impusera: não lava culpas nem apaga os pecados dos comodistas, dos preguiçosos, dos devotos de Epicuro e de Mamon.
A redenção, como a educação, é obra em que o interessado tem de agir, tem de lutar desempenhando a sua parte própria; sem o que, não haverá para ele mestre nem salvador.
A redenção, como a educação, é obra que se realiza gradativamente no transcurso eterno da vida; não é obra miraculosa que se consuma num dado momento.
E por ser assim é que Jesus dizia:
“Aquele que me serve
siga-me, e onde eu estou estará aquele que me serve”.
Seguir: eis a ordem.
Sempre avante: eis o lema do estandarte desfraldado pelo Mestre e Salvador do mundo.
Texto do livro da literatura espírita- O Mestre na Educação
P.S. Ainda não consigo te seguir mas já entendi e aceitei a Tua mensagem...amor, renunciar a mim mesma em benefício daquele que ainda não entendeu por isso ainda não aceitou-te...

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