quinta-feira, 25 de junho de 2015

Jesus veio trazer-nos a redenção. É por isso nosso Salvador.  Mas  só  redime  aqueles  que  amam  a  liberdade  e  se esforçam por alcançá-la.
Os  que  se  comprazem  na  servidão  das  paixões  e  dos vícios  não  têm  em  Jesus  um  salvador.  Continuarão  vis  escravos  até  que compreendam  a  situação  ignominiosa  em que se encontram, e almejem conquistar a
liberdade.
Jesus não é mestre de ociosos. Jesus não é salvador de impenitentes. 
Para  ociosos  e  impenitentes  —  o aguilhão          da dor.

O sangue do Justo foi derramado no cumprimento de um dever a que se impusera: não lava culpas nem apaga os pecados  dos  comodistas,  dos  preguiçosos,  dos  devotos  de Epicuro e de Mamon.
A redenção, como a educação, é obra em que o interessado  tem  de  agir,  tem  de  lutar  desempenhando  a  sua parte própria; sem o que, não haverá para ele mestre nem salvador.

A redenção, como a educação, é obra que se realiza gradativamente no transcurso eterno da vida; não é obra miraculosa que se consuma num dado momento.

 E por ser assim é que Jesus dizia:

“Aquele que me serve
siga-me, e onde eu estou estará aquele que me serve”.

Seguir: eis a ordem.
Sempre avante: eis o lema do estandarte desfraldado pelo Mestre e Salvador do mundo.

Texto do livro da literatura espírita- O Mestre na Educação

P.S. Ainda não consigo te seguir mas já entendi e aceitei a Tua mensagem...amor, renunciar a mim mesma em benefício daquele que ainda não entendeu por isso ainda não aceitou-te...

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